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Cigarro eletronico e os vaporizadores

Posted on Jul 18, 2018

Cigarro eletronico é mais saudável que vaporizador?

É muito comum você andar pela sua cidade e ver pra vender cigarro eletronico em bancas, lojas de utilidades diversas e até em comércios que vendem o cigarro tradicional. Já um vaporizador, você precisa procurar em uma loja especializada no tema, pois não se encontra tão facilmente. A verdade é que existem semelhanças entre um cigarro eletronico e um vaporizador, mas existem muito mais diferenças do que você pode imaginar. Então vamos explicar com detalhes tudo que se sabe sobre cigarro eletronico e vaporizadores.

Cigarro eletrônico e o vapor

A promessa de que o cigarro eletronico ajuda a parar de fumar é enxergada até com dúvida por quem está comprando, pois fica a pergunta: como algo relativamente tão barato pode ser bom ao ponto de satisfazer meu desejo de fumar e ao mesmo tempo me ajudar a eliminar esse vício? A resposta é um pouco mais complexa, mas no fundo quem compra um cigarro eletronico não está querendo parar de fumar e sim buscando um modo em tese mais saudável para compensar o hábito.

Não estamos aqui para fazer apologia a nada disso. Nem ao fumo, nem ao cigarro eletronico e nem tentar te convencer a parar de fumar. O objetivo desse nosso blog é mostrar mais claramente todas as diferenças entre o método tradicional, o cigarro eletronico e os vaporizadores, sejam eles de ervas, concentrados ou e-líquidos.

O surgimento do cigarro eletronico

Cigarro eletrônico substitui o cigarro em alguns casos

Cigarro eletronico, como o próprio nome sugere, é um aparelho eletronico que se assimila ao cigarro tradicional, feito com tabaco e outras substâncias enroladas em papel. O cigarro tradicional precisa do contato com o fogo para poder ser consumido, gerando a combustão dos materiais e entregando fumaça como resultado final. Esse processo foi alterado para um modo eletronico, ou seja, o material a escolha é colocado dentro de um recipiente que entra em contato com um elemento de aquecimento alimentado por uma bateria eletrônica. O acionamento é feito pelo pressionar de uma botão e o resultado entregue no final é o vapor. Os materiais utilizados no cigarro eletronico podem ser variados, escolhidos de acordo com a preferência do usuário, diferentemente do cigarro tradicional que geralmente vem pronto de fábrica, mas que também tem a opção de ser enrolado pelo próprio usuário.

A história mais aceita sobre o cigarro eletronico é a de que ele foi inventado em 2003 na China, mais precisamente por um farmacêutico chamado Hon Lik. O objetivo dele com o cigarro eletronico era eliminar, ou pelo menos reduzir, a dependência das pessoas com relação ao vício de fumar.

Cigarro eletrônico em uso

O vício de fumar, genericamente falando, é uma consequência da nicotina presente entre as milhares de substâncias químicas de um cigarro. Em tese, ela é a responsável por gerar a dependência nas pessoas. Como os produtos usados em um cigarro eletronico dissolvem a nicotina em outras substâncias, o efeito químico é exponencialmente menor. Geralmente, os líquidos utilizados nesses aparelhos são dissolvidos em propilenoglicol, que faz com que a nicotina seja diluída a ponto de ser menos efetiva.

São diversos tipos de materiais que podem ser usados com um cigarro eletronico, inclusive com a presença de tabaco, para aqueles mais apegados ao gosto do cigarro. Entre os sabores estão inovações como chocolate, menta, morango, além de outras ervas utilizadas para aromaterapia.

A fumaça e o vapor

Cigarro eletrônico e o vapor

Assim como um vaporizador, o cigarro eletronico não faz a queima das substâncias. A tecnologia desses aparelhos faz com que o material seja aquecido a uma temperatura suficiente que transforme o que está dentro dele em vapor. Ou seja, um cigarro eletronico não emite fumaça e sim vapor.

A fumaça é sabidamente um dos maiores responsáveis pela causa de doenças respiratórias e até alguns tipos de câncer, como na boca e no pulmão. E isso é causado simplesmente pela combustão, ou seja, a queima com fogo dos elementos presentes no cigarro, que produzem mais de 4700 substâncias tóxicas prejudiciais a saúde.

O vapor produzido pelo vaporizador e pelo cigarro eletronico são semelhantes apenas nessa característica, pois ambos não utilizam da combustão para extrair o sabor do material utilizado. As diferenças começam na qualidade dos materiais de fabricação de um aparelho para o outro.

Por exemplo, um vaporizador caneta, que é o modelo que mais se assemelha a um cigarro eletronico, muitas vezes utiliza de aço inoxidável, cerâmica ou até titânio para confeccionar os atomizadores ou as câmaras de aquecimento onde fica o material. Já um cigarro eletronico, que muitas vezes é comprado sem garantia ou sem comprovação de procedência, pode usar materiais como o plástico ou metais não tratados, gerando mais riscos a sua saúde.

E ainda, se comparar o resultado da fumaça com o resultado do vapor, pode-se afirmar que este último incomoda muito menos as pessoas que estão ao seu redor. Como a fumaça é tóxica, além de irritar as vias aéreas, ela também tem odor forte. Já o vapor, além de não ser irritante justamente pela ausência da queima, tem odor quase zero.

O cigarro eletronico acaba com o vício?

Cigarro eletrônico em uso

Apesar de todas as características que listamos acima, não há estudo cientifico que garanta que o uso de cigarro eletronico seja um método confiável para parar de fumar. Uma das alegações mais fortes é a de que fumar, além de um vício, é um hábito, ou seja, as pessoas acabam sentindo prazer nos momentos que envolvem o ato de fumar.

Muitas vezes, aquele café após o almoço ou então aquela sensação de não pensar em nada é o que ativa o gatilho do prazer relacionado ao fumo. Há ainda outros elementos sociais como festas e rodas de amigo, e esses são definitivamente momentos de integração que geram uma sensação positiva.

Mesmo com inúmeros estudos nos EUA e Europa, o cigarro eletronico ainda não conseguiu se provar eficiente na ajuda para aqueles que querem parar de fumar. Já outros estudos, que apesar de trazem todos os números das substâncias geradas por um cigarro, não foram suficientes para corroborar com uma legislação mais precisa para o cigarro eletronico.

 Cigarro eletrônico versus cigarro

A FDA, que é a agência americana que regula drogas e alimentos nos EUA, começou a produzir um esboço de legislação que visa ser mais rigoroso no controle de produtos relacionados ao cigarro eletronico. Um grande avanço vai ser a obrigatoriedade das fabricantes dos aparelhos a relatar todos os componentes e materiais presentes na produção. Assim como as fabricantes dos e-líquidos que são usados para vaporizar, também terão que especificar tudo que está contido na fórmula. Isso tudo pensando na população como um todo, que não pode ter a saúde prejudicada por falta de informação. Ao contrário da indústria do tabaco, que já entrega estudos e todas as consequências do uso de seus produtos, a indústria do cigarro eletronico ainda não tem volume suficiente para afirmar que estes aparelhos são de fato mais saudáveis e que são eficientes para ajudar a acabar com o vício de fumar.

Já a agência nacional não tem nenhum estudo encaminhado e nem pauta para tratar do assunto. Muito do que é sabido vem de informações no exterior, onde estão praticamente todos os fabricantes de cigarro eletronico.

Uma grande preocupação fica por conta do risco de aumentar o número de pessoas relacionadas com o tabagismo, mesmo que por um meio menos danoso. Como estes aparelhos podem ser usados com diversos líquidos de sabores diferentes, isso pode acabar gerando um hábito que poderia desencadear para o uso do tabaco. Essa porta de entrada, inclusive para os jovens, é assunto bastante discutido, mas que ainda é só um medo, sem projeção real do que de fato aconteceria.

O funcionamento de um cigarro eletronico

Cigarro eletrônico parecido com cigarro comum

Nos primórdios, estes aparelhos eram produzidos com a aparência de um cigarro comum, até imitando a brasa na ponta com luzes de LED. Eles eram feitos assim justamente para que as pessoas não sentissem tanta a diferença entre o cigarro eletronico e o tradicional. Alguns, inclusive, eram descartáveis para um único uso, assim como o modo tradicional. Eles vinham com uma certa quantidade de substância dentro e uma bateria que não era recarregável, e ao término do uso deveria ser jogado no lixo.

Com o aumento da popularidade, e consequentemente da procura, grandes empresas começaram a se interessar por este produto. Até empresas do próprio setor de fabricação de cigarros resolveram investir para produzir seu próprio cigarro eletronico.

Hoje, são inúmeras empresas do mundo inteiro que fazem  e distribuem este aparelho, que já não tem mais o formato e a aparência de um cigarro comum. A evolução, muito por conta do surgimento do vaporizador de ervas, concentrados e e-líquidos, acabou fazendo com que o cigarro eletronico ganhasse novos formatos, cores e tecnologias que fazem o uso ser mais conveniente.

Componentes do cigarro eletrônico

Basicamente, um cigarro eletronico é composto por:

- um reservatórios onde fica o líquido;

- um atomizador responsável pelo aquecimento do líquido;

- um sensor ou botão que ativa o atomizador toda vez que o usuário faz a inalação;

- um bocal por onde o vapor é inalado;

- uma bateria para gerar potência para o atomizador.

Com alguns dos novos modelos de cigarro eletronico é possível até controlar a temperatura que o líquido e vaporizador, fazendo mudanças consideráveis no volume e densidade das nuvens.

Claro que um vaporizador é muito mais potente e apresenta mais possibilidades, como o caso dos vaporizadores portáteis. Porém, estes já têm um tamanho um pouco maior. O vaporizador que mais se assemelha a um cigarro eletronico no quesito tamanho seria o modelo caneta, ou pen como é mais conhecido no termo original em inglês.

É sempre importante ficar alerta com os oportunistas, pois como em qualquer área, muitos falsificadores estão tentando tomar proveito da falta de informação das pessoas, usando a popularidade do cigarro eletronico para fazer dinheiro, mas sem se preocupar com a qualidade do produto. A falsificação, bem como a produção de má qualidade pode chegar a ser tão prejudicial a saúde quanto o cigarro tradicional. Portanto, o barato pode sair caro, e se você está buscando informação sobre o assunto, é porque se preocupa com o que pode acontecer com você. Invista em algo que tem procedência e garantia de fabricação, cobrindo você de qualquer problema que possa acontecer.

Alguns mitos e verdades sobre cigarro eletronico

Cigarro eletrônico e vapor

Mesmo que seja conhecidamente um produto menos prejudicial, ainda não existe uma associação de médicos que recomente o cigarro eletronico como forma de melhorar a saúde se comparado com o cigarro tradicional. Todos, e neste caso dificilmente se encontra uma exceção mesmo que o médico fume, recomendam parar de fumar sem a substituição por outro elemento, muito menos um cigarro eletronico.

Muitas alegações sobre o vício, permeiam âmbitos psicológicos mais do que físicos. E justamente pensando nessa linha que vamos apresentar alguns números interessantes sobre cigarro eletronico:

- Cigarro eletronico não tem comprovação de ausência de toxidade. Ou seja, mesmo que seja melhor, ainda pode ser prejudicial a saúde causando danos desconhecidos. Há outras opções para quem busca parar de fumar, como chicletes e adesivos, que são pautados por estudos de maior longo prazo. Quem não quer parar de fumar, e busca no cigarro eletronico uma saída para uma vida mais saudável, talvez valha mais a pena conhecer um vaporizador, seja ele de mesa, portátil ou caneta, como vamos apresentar mais abaixo.

- O uso de cigarro eletronico até diminui o consumo de cigarro tradicional, mas não elimina completamente. Um estudo de 2013 publicado na internet indica que 77% das pessoas que fazem uso do cigarro eletronico, também consomem o cigarro tradicional intercalando os dois.

Cigarro eletrônico em uso

- Por ser um produto relativamente novo, de apenas 15 anos de mercado, não se sabe os efeitos de longo prazo. Este período é o número que gera a maior desconfiança entre as entidades ligadas à saúde e à indústria do tabaco.

- Acredita-se que o uso do cigarro eletronico possa gerar um maior engajamento de novos usuários ligados ao tabaco, principalmente com jovens como dito anteriormente. O consumo de cigarro tradicional vem reduzindo percentualmente nos últimos anos, mas o cigarro eletronico poderia ser uma novidade atraente para aqueles que abandonaram o vício.

- O uso do cigarro eletronico em lugares fechados também não é permitido, como muitos acreditam por aí. Pessoas que usam o cigarro eletronico acreditam que podem usar em qualquer lugar justamente pelo fato de não emitir fumaça. Mesmo que o cigarro eletronico seja melhor nesse sentido, emitindo apenas vapor sem combustão, o uso em locais fechados também é proibido.

Alguns estudos feitos com cigarro eletronico

Cigarro eletrônico com uso de e-liquido

Sim, existem estudos feitos com cigarro eletronico que acabam trazendo mais números e fatos sobre o produto. Apesar disso, eles ainda são insuficientes ou até considerados irrelevantes para os órgãos reguladores. É preciso entender que estes órgãos têm uma responsabilidade enorme sobre a saúde da população. Agendas ocultas sobre cigarro eletronico devem existir, mas temos apenas a especulação disso e não provas. Temos que nos agarrar que estes órgão estão zelando por um bem maior, preocupados com a saúde pública, mesmo que eles tenham regulamentação para o cigarro tradicional e acabam usando os perigos deste contra o cigarro eletronico.

Um estudo feito na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos da America, fez uma comparação entre fumantes que desejavam encerrar com o vício, ou hábito, de fumar. O estudo colocou em lados opostos pessoas que estavam tentando parar sozinhas e pessoas que estavam tentando parar fazendo o uso do cigarro eletronico. Eram 861 pessoas fazendo o teste sem contar com nenhuma ajuda externa, apenas com a força de vontade. Dessas, quase 14%, ou seja, 120 pessoas obtiveram sucesso na empreitada e largaram o tabagismo. Do outro lado, onde estavam as pessoas que faziam o uso do cigarro eletronico, tinham apenas 88 pessoas e cerca de 10%, 9 delas, conseguiram largar o cigarro comum.

Cigarro eletrônico substitui o vício em alguns casos

Dessa análise podemos levantar duas questões que podem invalidar um pouco o estudo. O grupo das pessoas com o uso do cigarro eletronico, apesar de ter um percentual de sucesso parecido com o outro grupo, tinha um número absoluto muito menor. Pesquisas de dupla comparação precisam de uma base mais igualitária para eliminar qualquer variância entre as pessoas, como peso, altura, idade, etc. Além disso, qual era a intenção dessa pequisa: provar que o cigarro eletronico funciona ou não? Parece que queriam derrubar qualquer aparelho, inclusive vaporizadores e o próprio cigarro eletronico.

Outro estudo, dessa vez feito na Nova Zelândia, tentou comprovar a eficiência de dois métodos diferentes para parar de fumar, excluindo a força de vontade. Estavam em cheque o adesivo de nicotina e o próprio cigarro eletronico. Após 6 meses de estudo, 7,3% das pessoas que usavam o cigarro eletronico conseguiram largar o cigarro comum. Por outro lado, apenas 5,8% de quem usou o adesivo de nicotina alcançou o sucesso.

Porém, de uma forma geral, após uma análise de 44 estudos, a agência americana responsável pelo setor, através do Centro de Produtos do Tabaco da FDA, concluiu que falta material para dizer se o cigarro eletronico é eficiente para ajudar a parar de fumar.

As canetas vaporizadoras (vaporizador caneta ou vape pen)

vaporizador caneta ou vape pen Puffco 2

Como dito anteriormente, o modelo que mais se assemelha fisicamente de um cigarro eletronico é um vaporizador caneta. As pessoas até fazem certa confusão com relação a diferença entre os modelos tamanha a semelhança.

A verdade é que um vaporizador caneta tem muito mais tecnologia que um simples cigarro eletronico. Grandes fabricantes de vaporizadores do mundo todo, principalmente nos Estados Unidos e na Alemanha, são responsáveis por produzir os melhores vapes pen que existem.

Começando pela diferença que alguns vaporizadores caneta podem vaporizar concentrados, podemos entender um pouco mais como um cigarro eletronico é limitado. Claro que alguns vapes também são só compatíveis com e-líquidos e acabam tendo um preço mais acessível por conta disso, porém a tecnologia embarcada garante que o vapor extraído seja muito mais potente e saboroso. Sem falar da confiança de que há procedência qualificada e garantia de fabricação.

De fato, uma caneta vaporizadora é o modelo de vape mais acessível do mercado. Alguns na casa de R$100,00, mas existem modelos que chegam a mais de R$600,00, como o caso do vaporizador Boundless CF-710.

Caneta vaporizadora Linx Hypnos Zero

Um dos lançamentos mais recentes na categoria é o Puffco Pro 2, que tem um design exterior ultra moderno feito todo em aço inoxidável. Este modelo tem uma câmara cerâmica e conta com três níveis de temperatura. A cerâmica utilizada geralmente na câmara é um material reconhecidamente melhor para quem busca pureza de sabor, pois não exerce influência no material aquecido durante o processo. Já a opção de alteração de temperaturas é uma ótima funcionalidade para quem quer ter experiências diferentes. Temperaturas mais baixas agridem menos o material, preservando mais o sabor, porém entregam um vapor menos volumoso e denso. Já quando a temperatura é mais alta, o vapor fica muito mais intenso, porém com uma sensação um pouco mais forte na inalação.

Um cigarro eletronico geralmente é muito simples, sem alternativas, colocando você como um mero apertador de botão. A diferença de preço muitas vezes não justifica a falta de opções, pois pode ser muito pequena.

Outro modelo novo que vem fazendo a cabeça do pessoal é a caneta vaporizadora Shatterizer. Esse modelo vem com um domo de vidro junto com o bocal. Esse elemento faz com que o fluxo de vapor seja melhorado e resfriado ao mesmo tempo. Enquanto você inalada, você vê o vidro se enchendo e ao puxar você consegue extraís nuvens impressionantes de vapor. Sendo compatível com concentrados, o funcionamento também é muito simples e intuitivo.

Caneta vaporizadora Shatterizer

Enfim, caso esteja em busca de um cigarro eletronico, veja primeiro uma caneta vaporizadora (vaporizador caneta) e entenda todas as qualidades que este aparelho pode te oferecer. Aqui no nosso site você encontrará modelos de diversas marcas. Além da Puffco e da Shatterizer, ainda temos Boundless, Hypnos, Kandypen Galaxy, KandyPen Gravity, Grizzly e Dr. Dabber Ghost.

Quando você conhecer a Linx Hypnos Zero, que é um vape pen irmão do vaporizador portátil Linx Gaia, você nunca mais vai pensar em comprar um cigarro eletronico.

Vaporizador portátil

Vaporizador de ervas portátil DaVinci IQ

O sucesso do setor de vaporização faz com que muitas empresas invistam cada vez mais, buscando novas tecnologias, formatos e até essências novas para o mercado. Essa corrida, que pode-se dizer que começou lá em 2003 com o primeiro cigarro eletronico, é super benéfica para os adeptos da vaporização e também por quem já pensou em trocar o modo tradicional por um cigarro eletronico.

Hoje, só no nosso site são mais de 60 modelos de vaporizadores, sendo que os modelos de maior sucesso são os portáteis. Não só pela facilidade de poder usar em qualquer lugar, esse tipo de vaporizador consegue embarcar muita tecnologia, entregando experiências diversas para o usuário.

Um vaporizador portátil tem o tamanho ligeiramente maior que um vaporizador caneta ou um cigarro eletronico dos dias atuais. Alguns são bem pequenos, mas mesmo assim não são parecidos com um cigarro eletronico. A maioria tem um tamanho que se encaixa perfeitamente nas mãos para a vaporização em movimento sem causar desconforto ou ter o perigo de queda.

Vaporizador de ervas Boundless CFX e CF

Um grande diferencial desse tipo de vaporizador para um cigarro eletronico fica por conta dos tipos de sistema de aquecimento. Cigarro eletronico conta apenas com o sistema de aquecimento por condução, que é quando a essência fica em contato direto com o elemento aquecedor. No caso do cigarro eletronico, geralmente o elemento é o atomizador. Já os vaporizadores portáteis podem contar com até 3 sistemas de aquecimento. Além da condução, ainda existe a convecção e o sistema híbrido. A convecção é o modo de aquecimento que aquece as essências apenas pela passagem do ar quente. Ou seja, o ar é aquecido e a essência entra em contato com este ar, liberando vapor com todos os seus elementos ativos. Neste caso, a essência nunca entra em contato com o elemento aquecedor, o que faz com que o aquecimento seja menos agressivo, preservando mais o sabor original da essência. Por outro lado, o vapor acaba ficando menos denso que o vapor entregue pela condução, como no cigarro eletronico.

Por fim, o terceiro sistema, que é o híbrido, é a junção dos dois sistemas anteriores. Ou seja, a essência entra em contato tanto com o elemento aquecedor quanto com o ar quente produzido pelo vaporizador. Essa mistura oferece um maior rendimento e aproveitamento da essência, já que todo o material estará sendo aquecido igualmente. Diferentemente de um cigarro eletronico, que não tem espaço e nem tecnologia para isso, os vaporizadores com aquecimento híbrido são mais potentes e geralmente entregam nuvens de vapor volumosas, densas e muito saborosas.

Vaporizador de ervas e concentrados portátil Mighty

Além disso, o material da câmara varia na mesma proporção que foi exposta quando tratamos as canetas vaporizadoras. São diversos materiais que modificam o estilo de vapor, agradando todos os gostos possíveis.

Podendo ser vaporizador de ervas, de concentrados, de e-líquidos ou compatível com 2 ou os 3 desses elementos, os vapes portáteis possuem uma gama maior de temperatura para ser explorada. O cigarro eletronico, geralmente com uma temperatura só, entrega apenas um tipo de vapor no final. Já o vaporizador portátil chega a ter variância de até 200ºC, podendo ter a temperatura selecionada com precisão de grau em grau.

Os modelos mais populares são o Black Mamba, Black Widow, G Pen Elite e o Boundless CFC. Já os modelos mais caros, mas que também têm muito apelo são o Pax 3, o DaVinci IQ, o Mighty, o Arizer Solo e o Arizer Air.

São muitos modelos, com diferentes formatos, designs e preços. Se não dá para comparar a qualidade de um cigarro eletronico com um vaporizador caneta, fica muito mais difícil comparar com um vaporizador portátil.

Mesmo sem ter relação com cigarro eletronico, há ainda os vaporizadores de mesa. Esses produzem a maior quantidade de vapor do setor, entregando muita qualidade e sabor. Claro que o tamanho é muito maior que um cigarro eletronico, mas eles fazem a cabeça das pessoas que só vaporizam em casa, sozinhos ou entre amigos.

Afinal, vale comprar um cigarro eletronico?

Vaporizador caneta KandyPen

Como tudo, depende.

Se para você o cigarro eletronico e os vaporizadores caneta são a mesma coisa ainda, então sim, vale a pena, mas tenha certeza que a qualidade do produto não será prejudicial a sua saúde. Os vaporizadores caneta (vape pen ou caneta vaporizadora) que temos aqui no site da Namaste são produtos de alta qualidade e com procedência garantida. Nenhum item comprado com a NamasteVapes Brasil ficará sem garantia. Pelo nome não ser cigarro eletronico em nosso site, muitas vezes as pessoas acabam nem olhando os vaporizadores caneta. Mas mantemos dessa forma justamente para diferenciar a qualidade dos itens vendidos por nós quando comparado com qualquer cigarro eletronico encontrado por aí.

Um cigarro eletronico, como dito anteriormente, é um produto que enfrenta grandes problemas de credibilidade. Produtos falsos ou mal fabricados denigrem a imagem da categoria de cigarro eletronico. Por outro lado, as canetas vaporizadoras são bem vistas e transmitem mais confiança aos consumidores.

Levem em conta também que o cigarro eletronico não tem a mesma versatilidade que um vaporizador portátil ou até mesmo um vaporizador caneta. Vaporizadores são em geral mais potentes, com melhor tecnologia e melhor material de fabricação.

Vaporizador Dr. Dabber

Se você está em busca de parar de fumar por causa dos malefícios desse vício, ou hábito se preferir chamar assim, o cigarro eletrônico talvez não seja a solução para você. Caso já tenha tentado de tudo e acredite que essa seja a última opção, não somos nós que vamos te impedir. Mas lembre-se que o cigarro eletrônico não tem comprovação científica para dizer que ele ajuda a parar de fumar.

Agora, caso você não queira se livrar do hábito e pensou no cigarro eletrônico como alternativa para ter uma vida mais saudável, então recomendamos a compra um vaporizador. E aí, caso queira algo pequeno como tem visto por aí mais parecido fisicamente com o cigarro eletrônico, recomendamos olhar a categoria de vaporizador caneta em nosso site. Caso você queira um produto melhor, mais potente e versátil, explore a nossa categoria de vaporizador portátil.

No final, vale mais a pena um vaporizador do que um cigarro eletrônico, mesmo as categorias se confundindo um pouco.

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